Diocese de Santo André

Diácono Celso Francisco comemora 40 anos de ordenação

Jubileu de Esmeralda do diácono emérito aconteceu na Paróquia São Felipe Apóstolo, em Mauá, na única igreja em que atuou desde que foi ordenado por Dom Cláudio

“Essa vocação é interessante. Quem mais motivou e rezou para que isso acontecesse foi a finada Tereza de Sá Silva. Ela rezava para que a vocação sacerdotal viesse num dos dois filhos.”

O diácono permanente emérito Celso Francisco da Silva, 82 anos, um dos mais antigos da Diocese de Santo André, sempre faz questão de recordar o papel que sua esposa teve no seu caminho de missão e evangelização. Assim foi também na celebração do Jubileu de Esmeralda, ou seja, 40 anos da Ordenação Diaconal na noite de segunda (30/09), durante missa celebrada pelo Pe. Hamilton Gomes do Nascimento, com as presenças dos amigos diáconos, padres e fiéis na Paróquia São Felipe Apóstolo, no Parque das Américas, em Mauá.

Em 30 de setembro de 1979, ele foi ordenado pela imposição das mãos do até então bispo da Diocese de Santo André, o hoje Cardeal Dom Cláudio Hummes. Aliás, Celso fez um balanço dessas quatro décadas em que desempenhou a função a favor da igreja e do povo. Com toda a sua simplicidade e discrição, o diácono agradece primeiramente a Deus por atuar neste serviço e diz não ser merecedor de tantas homenagens como vem recebendo.

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Filho de Mauá

De Paraopeba (MG) para Mauá, Diácono Celso relembra quando chegou na cidade e participou de todo processo da construção da igreja. “Chegamos aqui há 65 anos, em 1954. Era a época da emancipação político-administrativa de Mauá (22 de novembro de 1953). Posso dizer que estou aqui desde o começo e sou filho de Mauá”, atesta.

Dali em diante, se passaram duas décadas e meia até a ordenação diaconal. Celso atuou apenas da Paróquia São Felipe Apóstolo e é um dos remanescentes do lançamento da pedra fundamental da igreja.

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Saudosa referência

Além da inspiração divina para o exercício da função e da vocação para o serviço, diácono Celso comenta com carinho de outra pessoa que foi essencial na sua caminhada: o saudoso Pe. José Mahon (1926-2018). “Ele praticamente liderou a construção da São Felipe (criada em 1975). Uma pessoa fora de série e abençoada. Sempre o tive como referência. Um grande padre presente ao lado do povo”.

“No começo da Paróquia São Felipe, ele (Pe. Mahon) saía de Santa Teresinha e estava procurando lugar para ficar. Monsenhor Alexandre pediu num dia que entrássemos em contato com ele. Num dia chuvoso, já no período da noite, percorreu a vila toda e não encontrou o lugar que estava procurando. Alguém disse para ele que tinha uma rua mais ou menos assim, lá no Santa Lídia. Aí ele chegou na minha casa, todo molhado, com fome. Conversamos e disse que iria estudar. Dali em diante começamos o trabalho em prol da construção da Igreja São Felipe, que na época era comunidade da Igreja Matriz de Mauá”, conta, ao relembrar o momento do acolhimento e da amizade para sempre.

 

Fotos de Paulo Storniolo

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