Diocese de Santo André

Dom Pedro agradece a Deus pelo dom da vida e pela paz para servir aos irmãos


“Quero agradecer a Deus por ter me dado a paz. Agradeço muito, porque no meio das tormentas, das dificuldades, Deus sempre tem me ajudado a manter essa paz, e isto me dá muita força para servir o próximo, de forma que nestes anos todos de vida, só tenho a agradecê-Lo.”

Celebrando o aniversário natalício, o bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, presidiu na noite de terça-feira (04/05), a Santa Missa de Ação de Graças pelos seus 69 anos de vida, realizada na Catedral Nossa Senhora do Carmo, no Centro da cidade andreense. “Olhando para trás, eu agradeço muito a Deus por todos os dons que eu nunca mereci. É tudo misericórdia e graça de Deus. E Deus age assim, mesmo. Ele escolhe sempre o que é fraco para confundir os fortes. Por isso, me alegro no Senhor e o bendigo e agradeço muito pelo meu ministério, que sem merecer, esperar e imaginar, estou aqui nessa catedral”, medita Dom Pedro, ao recordar a primeira vez que esteve na Igreja Mãe da diocese, há 36 anos, na ordenação do Pe. Décio Dias Mirândola (29/09/1985), atualmente pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus, em São Caetano do Sul.

“Quando fiquei bispo de Santo André, lembrei que estive aqui nesta ordenação. E depois, quando fui visitá-lo, ele (Pe. Décio) mostrou o álbum de fotos. E eu estava nele. Então, veja como Deus faz as coisas. Naquela época, eu nunca imaginaria que celebraria uma missa aqui, no meu aniversário. Deus faz essas coisas em nossa vida. Só temos que agradecer e louvar”, conclama.

Fiéis que ocuparam até 25% da capacidade da catedral participaram da celebração do aniversário de Dom Pedro, que também contou com as presenças do seu irmão, Dom Luiz Antônio Cipollini, que é bispo da Diocese de Marília, e dos padres Joel Nery, pároco anfitrião e vigário episcopal para a Pastoral; Ryan Holke, vigário episcopal para a Caridade Social; Alex Sandro Camilo, procurador e ecônomo diocesano; Guilherme Franco Octaviano, coordenador da Comissão Diocesana de Liturgia; William Mariotto Torres, chanceler do bispado; Rudnei Sertorio, reitor do Seminário de Teologia; Hamilton Gomes do Nascimento, reitor do Seminário de Filosofia; Marcos Vinícius Wanderlei da Silva, assessor diocesano do Departamento Jurídico e Mobiliário; Camilo Gonçalves de Lima, secretário episcopal; Clayton, Ramos da Costa, pároco da Paróquia Nossa Senhora dos Navegantes (Diadema) e Francinaldo de Sousa Justino, pároco da Paróquia São José Operário (Santo André).

A eucaristia é ação de graças
“A eucaristia é ação de graças. Ação de graças que temos em Jesus, pela salvação que Ele operou em nosso favor. Ação de graças que, através da fé, podermos participar desse mistério tão grande, que é o amor de Cristo que nos uniu, como dissemos no início da missa. e pelo batismo estamos enxertados neste tronco que é Cristo, como ramos para dar frutos.” Essa foi a introdução para a profunda reflexão de Dom Pedro sobre o Evangelho de João (14,27-31a) sobre o amor que Jesus recebe do Pai e quer transmitir para nós, e da paz de Cristo, que traz alegria e contentamento, e não a do mundo do pecado, que é baseada na fama, no dinheiro e no poder.


O dinamismo do amor e a paz de Cristo
Na Enclítica Fratelli Tutti, publicada em outubro de 2020 pelo Papa Francisco, a fraternidade universal e a amizade social são tratadas como pilares essenciais para uma sociedade mais justa e igualitária. “Quem não faz a experiência de amizade na vida de alguém, não vai entender a paz. O coração do ser humano só tem paz quando descobre o dinamismo do amor”, analisa o bispo diocesano, ao citar o pensamento de Santo Agostinho. “Fizeste-nos para Ti e inquieto está o nosso coração enquanto não repousa em Ti”, ressalta. Segundo Dom Pedro, o Espírito Santo é o responsável por capacitar-nos para entrar no dinamismo do amor e da paz de Cristo. “Podemos estar em paz, mesmo sofrendo, como São Paulo diz: “É preciso passar por muitas tribulações para entrar no Reino de Deus”. A paz de Cristo que brota do coração é um  presente do Espírito Santo que nos vem pela união com Cristo e com os irmãos”, complementa.

A Diocese de Santo André louva e rende graças ao Pai do Céu pelos 69 anos de vida e pelo ministério episcopal do nosso bispo Dom Pedro Carlos Cipollini.

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