Diocese de Santo André

Juiz do tribunal eclesiástico assume paróquia em Santo André

“O sorriso estampado no rosto é um dos ingredientes que não podem faltar”. Esta frase é um dos cartões de visita do Pe. Jean Rafael Eugênio Barros aos paroquianos da Nossa Senhora de Fátima, em Santo André. Ele foi empossado pároco pelo administrador apostólico da Diocese de Santo André, Dom Nelson Westrupp, scj, em Santa Missa celebrada em 5 de julho (domingo).

Concelebraram o Cônego Martin Segù Girona, Pe. Joel Nery, que estava como pároco da Nossa Senhora de Fátima até este ano, Pe. Antônio Guimarães (Nossa Senhora das Graças, São Caetano); Pe. Adenízio (Santa Rita de Cássia, Santo André) e Pe. Jésus Andrade, chanceler da Diocese de Pouso Alegre.

Os paroquianos, que lotaram a igreja, vão receber um pároco, que acumula outras funções importantes na Igreja. Doutor em Direito Canônico pela Pontifícia Universidade Lateranense, Roma, Pe. Jean é juiz do Tribunal Eclesiástico e professor na Faculdade de Direito Canônico São Paulo Apóstolo.

O novo pároco, inclusive, recebeu elogios do presidente do Juiz-presidente do Tribunal Eclesiástico, o Cônego Prof. Dr. Martin Segù Girona – também diretor e professor da São Paulo Apóstolo. “Pe. Jean é exemplar e nunca se negou a algum cargo ou ofício. Para mim, é uma alegria saudar este homem como novo pároco de vocês”, destacou o Cônego ao falar aos fiéis.

Além de suas funções, Pe. Jean agora tem a incumbência de pastorear o rebanho da Paróquia Nossa Senhora de Fátima. “O pároco tem a missão de ficar com os olhos abertos para que o lobo não roube suas ovelhas e nem as disperse. Por isso, somente o presbítero pode ser pároco. O presbítero celebra o sacrifício de Cristo. A presença de Cristo faz da paróquia uma autêntica comunidade de fiéis”, disse Dom Nelson. “A Paróquia deve ser uma comunidade eucarística. Acolhendo hoje (dia 5) o novo pároco, cada paroquiano deve renovar seu sentimento de pertença e corresponsabilidade”, destacou o bispo, que ainda agradeceu ao Pe. Joel pelo seu pastoreio.

Pe. Jean ressaltou que como seu trabalho diante da comunidade. “Vamos buscar ser uma Igreja de saída, de ir ao encontro de quem precisa. Acredito que o atendimento inicial a alguém será da secretária e, especialmente, do pároco. Tenho percebido que o verdadeiro segredo é saber tratar bem as pessoas, ser gentil, sincero, mas sem melação. Devemos ter um trabalho sério”, destacou o sacerdote.

Ele ainda disse que estará para servir. “Não devemos apenas saber lidar com os problemas das pessoas, mas com as pessoas. Tenho a missão de educar, evangelizar. Nosso trabalho deve ser a porta de entrada da acolhida. Podem contar comigo. A Igreja é de Jesus Cristo”, assegurou.

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