Diocese de Santo André

Dom Pedro agradece aos pais de sacerdotes pelos filhos padres que deram para a Diocese

Na manhã de sexta-feira, (18/12), o bispo da Diocese de Santo André se reuniu com os pais dos sacerdotes no Santuário de Nossa Senhora Aparecida, na Pauliceia em São Bernardo do Campo. O encontro foi completado com a celebração de uma missa e do almoço comunitário de Natal.

Dom Pedro iniciou sua conversa explicando que: “Fiquei muito feliz quando cheguei na Diocese e soube que existia este encontro com os pais dos sacerdotes. Na minha diocese não tínhamos algo assim. Gostei muito desta iniciativa. Isso é muito bom. A gente pode rezar junto, comer junto. A gente conversa e se conhece melhor”.

O bispo agiu também como um repórter. Com um microfone na mão perguntou para diversas mães e pais, como havia sido o dia em que os filhos comunicaram o desejo de seguir a vida sacerdotal. As respostas resultaram em ricas experiências que encantaram a todos.

Dom Pedro Carlos Cipollini também recordou experiências que vivenciou em sua caminhada e esta troca de diálogos enriqueceu não só a manhã, como a vida de cada pai e mãe de sacerdote, ali presente. O pastor ainda disse: “Sei que muitas dúvidas podem brotar no coração de um pai, de uma mãe. Será que vão ser felizes? Vai dar tudo certo? Vai ficar sozinho? Mas tenham em mente que a vontade de Deus é sempre a melhor. E que nós padres vamos sempre precisar de uma palavra de incentivo, de coragem. Eu já era bispo, mas visitava meus pais para ouvir o que eles tinham para me dizer”. E fez um agradecimento: “Agradeço pela vida de vocês, porque da vida de vocês, nasceram os nossos padres”.

Sobre a homilia o bispo ensinou: “Vocês sabiam, quando estavam grávidas que tinham um futuro padre no ventre? Imaginavam isso? Pois o Evangelho de hoje nos fala desta experiência de Maria carregando no ventre o menino Jesus. José e Maria tiveram muita fé, mas os parentes deles não sabiam. E foi muito difícil conviver com esta realidade”, disse Dom Pedro.

Trazendo para os nossos dias, completou: “Hoje em dia não se pode falar das coisas de Deus. Em junho se fala da festa junina, da fogueira, dos enfeites, mas não se pode falar dos três santos que são festejados nestas festas… Pode isso?”.

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