Diocese de Santo André

Por trás de um grande diácono permanente há uma grande esposa

Após o término da Santa Missa na Paróquia Imaculada Conceição, a Matriz de Mauá, no dia 5 de agosto, todos queriam abraçar o novo diácono permanente da Diocese de Santo André, Vagner Monteiro da Silva, que acabara de ser ordenado pelo bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini. Observando todas as felicitações estava uma intercessora para que aquela celebração acontecesse: a esposa Leonice Fernandes de Araújo Silva.

Tudo porque o agora diácono permanente não era um homem muito afeito às coisas de Deus, porém, escolheu a pessoa certa para ficar ao seu lado. Fiel praticante, Leonice não parou ‘nos nãos’ do marido e insistiu, na oração, pela sua conversão nos dez primeiros anos de casamento. “Na verdade, ele não participava muito. Eu ia à Missa e ele dizia: ‘Você reza por mim, por nós, por nossa família’”, recordou Leonice, que destacou o início da caminhada de Vagner, no começo dos anos 2000. “Fomos chamados para um Encontro de Casais e ele aceitou ir. Depois, continuou participando e se engajou, adquirindo este amor pela Igreja”, disse.

A persistência de Leonice foi fundamental para a vocação do diácono. “Agradeço muito à minha esposa. Ela me converteu e me levou para a Igreja. Ela puxou bastante a minha orelha. Achava que eu era bom e pronto”, brincou o diácono. “Ela me dá o apoio para que desempenhe minha vocação. Por trás de um grande homem há uma grande mulher. Se sou o que sou é por causa dela”, completou.

Humilde, ela deixou claro que a obra quem faz é o Senhor. “Tudo é graça de Deus. Fui apenas uma ferramenta, mas é dom de Deus. Estou muito feliz com este momento porque é um testemunho, especialmente para nossa família, nossos filhos. Somente tenho a agradecer por tudo que Deus fez e faz”, disse.

Caridade

Em sua homilia, Dom Pedro ressaltou as características de um diácono. “Qual a essência deste ministério? Jesus servo. O diácono lembra quando Jesus se manifesta como aquele que está no meio de nós, como servo. A essência é o serviço”, destacou o bispo. “O diaconato é para a caridade. Em nome da Igreja, o diácono mostra o serviço, especial para os pobres e os mais necessitados”, frisou.

Depois de todos os cumprimentos na Igreja, os fiéis deixaram o salão da Matriz mauaense pequeno para tamanho número de amigos que continuarem a celebração da ordenação diaconal. Festa para Vagner e, claro, para Leonice.

Texto por Thiago Silva e fotos de Amanda Silva

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