Com palavras de pastor e coração de pai, Dom Pedro Carlos Cipollini entregou à Diocese de Santo André a Carta Pastoral, um chamado à escuta, à comunhão e ao discernimento. Nos dias 4 e 5 de junho, coordenadores e vices dos Conselhos Paroquiais de Pastoral (CPPs) foram acolhidos na capela do Edifício Sede e receberam, por meio do Centro Pastoral, a missão de semear essa carta nas comunidades.
O texto será estudado no fim de agosto pelos membros dos CFPs, como preparação para as assembleias forâneas e a elaboração do 9º Plano Diocesano de Pastoral. Mais do que diretrizes, a carta traz apelos do coração da Igreja:
“Queremos ser uma Igreja sinodal… onde as relações podem florescer, graças ao amor recíproco”.
Dom Pedro insiste que a escuta, a oração e a comunhão são o alicerce de toda construção pastoral:
“Temos necessidade de crescer na sinodalidade”,
“a proposta é: comunidade e comunhão, porque ninguém se salva sozinho”,
“a fé vivida na perspectiva do Reino nos faz missionários”.
Com essa carta, a Diocese de Santo André se põe mais uma vez em caminho, não por obrigação, mas por convicção. Porque crê que só caminhando juntos, na escuta e na comunhão, poderá discernir a vontade de Deus para este tempo. Que cada paróquia, cada comunidade, cada agente pastoral abrace com coragem essa travessia sinodal. Porque o futuro da Igreja passa por uma escuta verdadeira e por um povo que caminha unido, em nome de Jesus.
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