Diocese de Santo André

Colégio Monsenhor recorda sua trajetória em celebração pelos 70 anos

Setenta anos de história do Colégio Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas foram recordados na noite de 26 de março, durante sessão solene realizada no Teatro Municipal de Mauá. A homenagem, proposta pelo vereador Leonardo Alves, ex-aluno da instituição, reuniu autoridades civis e religiosas, colaboradores, ex-colaboradores, estudantes, famílias e membros da comunidade escolar.

Estiveram presentes autoridades políticas do município, nosso bispo diocesano Dom Pedro Carlos Cipollini, o Padre Cláudio Tafarelo, diretor executivo da mantenedora Centro de Assistência Social Imaculada Conceição, o Padre Alex Sandro Camilo, integrante da mantenedora, a diretora Vera Lúcia e o vice-diretor José Ricardo.

Ao longo da solenidade, a história do colégio foi retomada desde suas origens. A trajetória começou em 1956, com a inauguração da Escola Paroquial. Anos depois, em 1969, foi implantado o curso de Aprendiz de Enfermagem, seguido pelo Curso Técnico de Enfermagem, em 1972. Em 1980, tiveram início as aulas do então primeiro grau regular e, em 1981, por iniciativa do cônego Belisário Elias de Souza, com apoio da comunidade paroquial, foi instalado o Colégio Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas. Hoje, a instituição atende quase mil alunos e, há 15 anos, tem à frente a diretora Vera Lúcia.

Em sua fala, a diretora resumiu o sentimento da noite com simplicidade. Segundo ela, aquele era um tempo de alegria e gratidão. Vera afirmou: “Nesse momento eu posso dizer apenas de duas coisas: alegria e gratidão”. Ao agradecer aos que ajudaram a construir a caminhada da escola, reconheceu o esforço coletivo de muitas mãos ao longo dos anos: “O colégio é hoje o que é, graças ao trabalho, ao empenho e à dedicação de todos vocês”.

Ela também recordou com carinho o fato de a homenagem ter partido de um ex-aluno. Ao mencionar o vereador Leonardo Alves, ressaltou a importância de ver a história da escola ser reconhecida publicamente por alguém que também fez parte dela.

Dom Pedro também dirigiu sua palavra aos presentes e ligou a missão educativa da Igreja à origem do colégio. “Uma palavra que me vem nesse momento é de agradecimento”, afirmou. Ao recordar Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas, destacou sua sensibilidade diante das necessidades do povo e resumiu esse gesto com uma imagem forte: “Em vez de lamentar a escuridão, acenda um fósforo. E ele acendeu e iniciou essa escola”.

Na sequência, o bispo reforçou que a educação faz parte da presença evangelizadora da Igreja no mundo. “A evangelização da Igreja Católica caminha junto com a promoção humana. Educar é promover a pessoa”, disse. Ao final, desejou que a instituição siga cumprindo sua missão: “Essa escola continue sendo luz”.

A programação também contou com apresentações preparadas para a celebração. Um vídeo institucional relembrou a caminhada do colégio ao longo das décadas. Depois, o público acompanhou a apresentação do Coral de Alunas, sob condução da professora Sheila, além da participação do Grupo de Ginástica Rítmica do Colégio Monsenhor, acompanhado pela professora Isadora. Houve ainda números apresentados por alunas da instituição.

Outro trecho importante da noite foi a homenagem prestada a colaboradores e ex-colaboradores que ajudaram a construir a identidade do colégio. A cerimônia também recordou nomes fundamentais dessa história, entre eles Monsenhor Alexandre Venâncio Arminas, o Cônego Belisário Elias de Souza, Silva Lopes de Siqueira e o Padre Roberto Alves Marangoni, o Padre Beto.

Entre os homenageados da noite esteve o Padre Cláudio Tafarelo. Ao apresentar a homenagem, o cerimonial ressaltou o “acompanhamento presente e humano dedicado ao Colégio por mais de 15 anos” e reconheceu que seu apoio tem sido “fundamental para o crescimento do colégio”. A lembrança evidenciou sua presença constante junto à instituição e sua colaboração ao longo dos anos.

A celebração terminou como um retrato fiel do que o Colégio Monsenhor representa para Mauá. Mais do que recordar datas, a noite mostrou a força de uma obra que atravessa gerações, preserva sua identidade e continua presente na vida de muitas famílias da cidade.

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