Diocese de Santo André

Diáconos, os Ministros da Caridade de Deus e da Igreja

Os novos diáconos transitórios da Diocese de Santo André, Cláudio Pereira Santos, José Aparecido de Sousa, Marcos Vinicius Wanderlei da Silva, Rudnei Sertorio e Vinícius Ferreira Afonso, têm por objetivo a ordenação sacerdotal, (deverá ocorrer no decorrer deste ano), pois é para esta vocação que o Senhor os chamou. Mas eles sabem que o atual tempo, como ministros da caridade, é fundamental para se tornarem bons sacerdotes no futuro.

Ordenados pelo bispo Dom Pedro Carlos Cipollini, no dia 23 de dezembro, antevéspera da celebração da encarnação do Verbo que se fez carne, na Basílica Menor de Nossa Senhora da Boa Viagem, a Matriz de São Bernardo, os diáconos transitórios sabem que o tempo agora é de servir a Deus, à Igreja e ao povo de Deus. Um período que precisa ser bem vivido para ser levado para toda a vida como pastor na Igreja de Deus.

Eles ressaltam a importância deste tempo em suas vocações. “A dimensão do servir tem que brotar do fundo do coração mesmo, caso contrário, entramos na dinâmica do ativismo. É para a edificação da Igreja, do próximo, contribuindo com o projeto do Reino, especialmente em favor dos mais desfavorecidos”, destacou o diácono Marcos. “É uma alegria estar a serviço da Igreja, da Diocese. Aquele que busca ser maior seja o maior servidor, como recordou Dom Pedro”, emendou o Diácono José.

O Diácono Rudnei também lembrou a fala de Dom Pedro em sua homilia. “É uma grande responsabilidade que temos agora. As palavras do bispo foram fortes, impactantes, ‘não me decepcionem’. É uma palavra muito forte. Não posso esquecer que Jesus veio para servir, nunca podemos esquecer a diaconia. Peço que todos sempre nos lembrem dessa responsabilidade”, pediu. “Serviço é algo que brota da própria vocação cristã. O diaconato surgiu de uma necessidade prática, serviço é entendido como repetir a ação de Cristo, que se colocou como servo”, completou o Diácono Vinícius.

E os diáconos sabem do valor de viver bem este período em suas vidas. “É o tempo do diaconato transitório, mas uma vez diácono sempre diácono, serviço que pressupõe o amor aos irmãos. Tempo de servir muito, fazer a vontade de Deus. Este tempo pleno de viver a vontade de Deus em nossas vidas”, finalizou o Diácono Cláudio.

 

Texto de Tiago Silva

Fotos de Fernanda Minichelo

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