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Diocese de Santo André

Final de ano: acreditar em superstições?

Basta se aproximar o fim do ano, para que surjam diversas reportagens com dicas sobre qual a melhor cor para vestir na virada do ano, pratos que trazem sorte, pular sete ondas, entre outros ritos que as pessoas costumam realizar para que o novo ano se inicie de forma positiva e traga boas perspectivas. Mas será que nós cristãos também devemos aderir a estas práticas? É correto acreditar que estas coisas realmente podem mudar o rumo de nossa história?

Não, não devemos. Já no primeiro mandamento Deus nos ensina que devemos renunciar a essas coisas e confiar Nele: “Amarás o Senhor, teu Deus com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças” (Dt, 6,5). Devemos crer no amor de nosso Pai, entregar a nossa vida a Ele e saber esperar as Tuas promssas se cumprirem.

O Catecismo nos ensina: “A superstição é o desvio do sentimento religioso e das práticas que ele impõe. Pode afetar também o culto que prestamos ao verdadeiro Deus, por exemplo, quando atribuímos uma importância de alguma maneira a certas práticas, em si mesmas legítimas ou necessárias. Atribuir eficácia exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais, sem levar em conta as disposições interiores que elas exigem, é cair na superstição.” (Cat. $2111)

Nós cristãos devemos nos policiar e renunciar a estas práticas que tanto desagradam a Deus. Devemos crer no amor do Pai e saber que ele jamais irá nos desamparar, como dizia São Paulo: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rom, 8,31). Esta tem que ser nossa base e segurança, Ele é nossa fortaleza e refúgio e não há nada que possa ser tão poderoso e real quanto o amor do Pai por nós.

Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”. (Jo, 14;6) É a Ele que devemos seguir e depositar nossas esperanças, devemos ser gratos por tudo o que o Pai concede em nossas vidas e pedir que o Espírito Santo nos conduza sobre qual melhor caminho seguir, esta é a melhor forma de começar um novo ano: Se entregando verdadeiramente ao Pai!

Por Jéssica Maia

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