Diocese de Santo André

Ser missionário é mostrar o Evangelho para o próximo

A Diocese de Santo André está vivenciando neste ano, sua quinta experiência de Visita Missionária. Até domingo ela acontece na Região Pastoral Diadema. E a exemplo do que tem acontecido, também aqui, seus participantes tem demonstrado profundo interesse para que a iniciativa se perpetue. “Ser missionário é mostrar o Evangelho para o próximo”, dizia uma voluntária para uma amiga, ao final da missa que foi celebrada na noite de quinta-feira, na Paróquia Nossa Senhora das Graças, no Jardim Ruyce.

Dom Pedro em sua reflexão também nos ensinou que “a missão não acontece só lá ao longe. Não é que ela deva acontecer só na floresta da mata. Pode e deve ser também na floresta de pedras, aqui na cidade, como estamos fazendo com as Visitas Missionárias nas Regiões Pastorais da Diocese de Santo André”.

Ao comentar a homilia o bispo assim se expressou “Deus nos pede para deixarmos nossos projetos pessoais para vivermos o projeto do Reino Celeste. Somos convidados a dizer sim para este banquete celestial. Devemos sair de nós mesmos para irmos ao encontro do outro”.

Em outro momento disse “a caridade no contexto cristão é igual a amor. Não se trata de esmola ou por querer algo em troca, mas sim por uma necessidade de querer o bem para o próximo, para o outro. A caridade sinaliza o amor, a preocupação para com a outra pessoa”.

Sobre a caridade, também fez um balanço do quanto a Igreja tem contribuído no mundo. “Foi esta caridade que fez a Igreja criar, desde os primeiros tempos, os hospitais, os asilos, as creches, as escolas e as universidades. 25% da ajuda aos aidéticos no mundo vêm da Igreja Católica. E se a Igreja sair hoje da África fecha-se no dia seguinte, 60% das escolas e dos hospitais.

Palestras

A cada noite, após a celebração religiosa, Dom Pedro tem se reunido com os diversos segmentos atuantes na Igreja. Na noite de quinta conversou com os agentes do Conselho Administrativo Paroquial. Ele explicou que “neste trabalho encontramos dois pilares, um voltado para a vida pastoral e o outro que é o aspecto administrativo. Ambos precisam viver de forma equilibrada. Um depende do outro”.

Em seu diálogo alertou que “o padre deve agir com o coração e com a mente. Deve usar de sua emoção, mas também contar com a razão. E a equipe deve acompanhar os trabalhos administrativos da paróquia, deve aconselhar o pároco a gerir o patrimônio da paróquia”.

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