Diocese de Santo André

Tradição por mais de sete décadas, a Festa do Senhor do Bonfim aconteceu na manhã deste domingo

Presidida pelo bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, e concelebrada pelo pároco reitor Nestor Marin, a celebração reuniu centenas de fiéis, ao relembrar a importância do padroeiro para a comunidade, na manhã deste domingo, (17/09), com a realização de Missa Solene e Procissão nas ruas do entorno do Santuário Senhor do Bonfim, no Parque das Nações, em Santo André.

“A palavra de Deus neste 24º Domingo do Tempo Comum não poderia ser mais oportuna para celebrar o padroeiro. Contemplar Jesus crucificado. Porque chamamos de Senhor do Bonfim? Qual o fim melhor nós poderíamos ter como cristãos do que morrer cumprindo a vontade de Deus, dando a vida por amor? É isso que fez Jesus na cruz”, ressalta. Dom Pedro ainda citou a parábola em que Jesus ensina a relevância do perdão, no Evangelho de São Mateus. “O ódio não constrói, a violência gera violência, a raiva não resolve. O perdão deve ser concedido sempre. Jesus nos ensina o perdão como consequência do amor. Quem é capaz de perdoar? Quem já se sentiu perdoado”, frisa.

Durante o trajeto da procissão com a imagem do Senhor do Bonfim, bandeiras tremulando, fogos de artifício, louvores e muitos relatos de fé e graças alcançadas. Após a  benção final, uma deliciosa feijoada foi preparada para ser servida no almoço para a comunidade. “Primeiramente, como o Senhor do Bonfim é o padroeiro do Santuário se torna um marco especial. Significa que todo mundo deseja buscar um bom fim. É uma expressão de fé do povo e também uma maneira de buscar e trazer para mais perto o próprio povo de Deus”, relata frei Nestor Marin, ao dizer que o sofrimento de Jesus na cruz é muito parecido com o sofrimento da sociedade nos dias de hoje.  “É o desemprego. É o abandono das pessoas da melhor idade. A indiferença na Saúde. A insegurança que existe. Quando a gente busca um marco como o do próprio Cristo, o povo tem uma referência da vida. E isso percebemos na missa e procissão que o povo sente a necessidade de que Deus esteja morando em seu coração”, completa.

As festividades ocorrem ao longo do mês de setembro, tendo início no último dia 2, com a Missa, Carreata e Benção dos Carros no Estacionamento. A Novena aconteceu entre os dias 8 e 16. Já o Tríduo em preparação à Festa do Padroeiro foi realizado nos dias 14, 15 e 16. O baile de encerramento segue agendado para o próximo sábado (23/09). A cobertura completa estará em breve no site da Diocese de Santo André: diocesesa.org.br

Reportagem e fotos: Fábio Sales

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