Diocese de Santo André

Paróquia Santa Edwiges celebra 56 anos com a presença do bispo diocesano

Em 12 de Abril de 1954, Dom Jorge Marcos de Oliveira (in memorian), então bispo naquela época da Diocese de Santo André, assinava o decreto de criação da Paróquia Santa Edwiges, situada na Vila Vivaldi, no Rudge Ramos, em São Bernardo do Campo.

E para celebrar os 56 anos de evangelização, amor e história, o bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini, presidiu a Santa Missa, no dia 12 de abril (quarta-feira), concelebrada pelo pároco, Padre José Aparecida de Sousa, com a presença dos fiéis e do secretário episcopal, Padre Camilo Gonçalves.

Em sua homilia, o bispo ressaltou a liturgia do  dia, que fala sobre a força do Cristo Ressuscitado:

“A palavra de Deus mostra a força de Cristo Ressuscitado. Ele aparece vitorioso sobre a morte e o pecado, a morte o engoliu, e dentro da morte Jesus faz a morte implodir . Ao invés de aparecer a aqueles que mandaram o matar, Jesus aparece para seus discípulos , para quem gosta dele, e vai explicando a escritura, a palavra, e falando que era preciso, que o Messias, o Salvador sofresse, a Cruz era o único caminho. Ver Jesus ressuscitado como naquele tempo e como hoje, é para as pessoas que tem fé. Quem tem fé percebe a presença do Ressuscitado, para quem não tem fé não acredita mesmo diante de Jesus, e queremos agradecer a Deus, pois podemos ver a presença Dele na palavra, no amor, na eucaristia.”

Citando os 56 anos de caminhada paroquial no final de sua homília, Dom Pedro agradeceu a cada fiel que se dedicou para que a comunidade se mantivesse unida, forte e anunciando a Boa Nova de Jesus a toda criatura, ressaltou que muitos dos presentes estiveram presentes desde o começo da criação e glorificou a Deus por cada um deles.

Padre José, no final da  celebração, também agradeceu pela celebração da noite, a presença de todos e do bispo, pois é necessário celebrar cada momento da vida de uma paróquia, e agradecer a Deus por toda graça, sempre recebida.

Dona Gilberta, ministra da eucaristia, conta que foi do grupo de jovens lá em 1954, inclusive que foi tesoureira do Padre Lourenço, e citou a alegria de estar presente em todos os momentos, relembrou que o bairro ainda de chão batido, mas que mesmo com o pé de barro, sentia a pertença de estar em sua comunidade.

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