Diocese de Santo André

Festa da Divina Misericórdia reforça o amor e o perdão

Entre os dias 24 e 27 de abril, na Catedral Nossa Senhora do Carmo aconteceu as celebrações do Tríduo e da Festa da Divina Misericórdia, tendo início com a presidência do bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini, no dia 24.

Em sua homilia, Dom Pedro ressaltou que o Tempo Pascal é um convite à conversão e aprofundamento da fé, enfatizando que a ressurreição de Cristo é o fundamento da vida cristã. O bispo recordou a importância da perseverança espiritual, destacando que a verdadeira fé é fruto da confiança profunda e da entrega pessoal a Deus.

Citando o exemplo do apóstolo Tomé, Dom Pedro sublinhou que acreditar na ressurreição não depende da visão física, mas sim do testemunho transmitido pela Igreja ao longo dos séculos. Ele pontuou ainda que a fé verdadeira exige conversão constante, pois, segundo ele, ninguém deve considerar-se plenamente convertido ou santo, mas sim continuamente aberto à graça divina.

Outro ponto central da homilia foi a compreensão da misericórdia. Dom Pedro explicou que a misericórdia divina não apenas acolhe e perdoa, mas também corrige e orienta para uma mudança concreta na vida das pessoas. Segundo o bispo, “a misericórdia é o caminho pelo qual Deus conduz o ser humano à verdadeira conversão”.

Nos dias seguintes, o tríduo seguiu com celebrações presididas pelo assessor eclesiástico do movimento da misericórdia, Padre Fernandes Valadares, no dia 25, e pelo então pároco da Catedral, Padre Joel Nery, no dia 26. O encerramento, realizado no domingo, dia 27 de abril, Festa da Divina Misericórdia, foi presidido pelo bispo emérito da Diocese de Santo André, Dom Nelson Westrupp, fechando assim o período dedicado à reflexão sobre o amor misericordioso de Deus.

O que é a Festa da Divina Misericórdia?

Instituída por São João Paulo II no ano 2000, a Festa da Divina Misericórdia é celebrada no segundo domingo após a Páscoa. Essa celebração nasceu das revelações de Jesus à Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa, no início do século XX. Segundo os escritos de Santa Faustina, Jesus manifestou o desejo de que o segundo domingo de Páscoa fosse dedicado especialmente à Sua misericórdia infinita.

A Divina Misericórdia lembra o amor ilimitado de Deus pelos seres humanos e destaca Sua disponibilidade constante para acolher, perdoar e restaurar aqueles que buscam a conversão sincera. Um dos elementos mais conhecidos dessa devoção é o Terço da Misericórdia, oração simples e profunda, amplamente difundida no mundo inteiro.

A imagem de Jesus Misericordioso, apresentada por Santa Faustina, retrata Cristo com raios que simbolizam o sangue e a água derramados na cruz, representando respectivamente a vida das almas e a purificação dos pecados.

Em sua homilia durante o tríduo celebrado na Catedral Nossa Senhora do Carmo, Dom Pedro Carlos Cipollini reforçou o significado autêntico dessa misericórdia divina, destacando que ela acolhe, perdoa e também orienta para a verdadeira conversão e transformação espiritual.

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