Diocese de Santo André

Dom Pedro celebra Sant’Anna e ministérios ao futuro diácono Aparecido

Passo importante ao diaconato foi dado ao receber o acolitato e leitorato, durante celebração presidida pelo bispo diocesano, na Paróquia da Padroeira, em Ribeirão Pires

A noite de sexta-feira (26/07) foi muito especial para cerca de 300 pessoas que participaram da missa na Paróquia Sant’Anna, no Bairro Santana, em Ribeirão Pires. Além de celebrarem a festa litúrgica de Santa Ana e São Joaquim, padroeiros dos avós, os fiéis acolheram o bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, que concedeu os ministérios de acólito e leitor a Aparecido Batista dos Santos, rumo ao diaconato permanente.

“O primeiro passo aconteceu quando recebi o chamado e a confirmação de estudar para ser diácono. Esse momento é importante para mim, mas o mais importante foi quando conversei com minha esposa e ela disse que poderíamos edificar sim, juntos. O sim dela foi o mais importantes”, relata.

Natural de Umuarama, no interior do estado do Paraná, o candidato a diácono nasceu no dia 3 de março de 1970 e chegou em São Paulo no ano de 1989. Primeiramente residiu em Mauá, e depois mudou-se para Ribeirão Pires. Paroquiano desde o ano de 2000, na Paróquia Santa Luzia.

Atualmente, Aparecido realiza estágio pastoral com o Pe. Edmar Antônio de Jesus, na Paróquia Santa Luzia e São Carlos Borromeu, em Santo André.

“A motivação para decidir ser diácono surgiu através de uma palestra do diácono Luciano. Ali senti o chamado para ver se era isso mesmo que eu queria e desde então tenho procurado me preparar bastante para essa missão”, conta.

Ele também cita o pároco da Paróquia Sant’Anna, Pe. José Silva, com que atuou durante 16 anos na Igreja Santa Luzia, também em Ribeirão Pires, e prestou todo apoio para sua missão. “Fui ministro, coordenador de acolhida, de catequese, coordenador geral. O que a comunidade precisava, estava ajudando sempre”.

Em sua homilia, Dom Pedro recordou que o diáconos são pessoas que Deus escolhe, entre os batizados, para servir o povo sacerdotal. Os ministros ordenados recebem o Sacramento da Ordem em três graus: diácono, sacerdote presbítero e o bispo. Na Igreja, temos os diáconos permanentes, que são homens casados que assumem esse primeiro sacramento da ordem. Eles podem pregar a palavra de Deus, evangelizar e são destinados, sobretudo, ao ministério da caridade, como está no capítulo 6 do Livro Ato dos Apóstolos.

Segundo o bispo diocesano, os diáconos quando assumem a sua vocação são de grande ajuda para a evangelização.

“Os apóstolos escolheram homens de fé, dignos para distribuir o alimento aos pobres. Sempre na tradição, a primeira tarefa dos diáconos, como São Lourenço, que era o diácono da caridade, em Roma e em nome do Papa, é distribuir as esmolas da Igreja. Então, os diáconos devem em primeiro lugar exercer o ministério da caridade”, orienta.

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Acolitato e Leitorato

A instituição ao leitorato e acolitato são etapas importantes da formação do candidato ao diaconato. As funções, até então chamadas de ordens menores, passaram a ser designadas como ministérios. O Leitor tem a função de proclamar a Palavra de Deus, ao passo que o Acólito serve ao altar, auxiliando nas celebrações e podendo distribuir a comunhão em casos extraordinários.

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Dia de Ana e Joaquim

A liturgia de sexta abordou os antepassados de Jesus, Joaquim e Ana, seus avós.

“Segundo a tradição da Igreja, a glória deles é serem os pais da Virgem Maria. Como nós queremos bem Nossa Senhora. Sabemos da escolha que Deus fez dela para ser a mãe do seu Filho. Sabemos da grandeza de Maria, essa obra-prima de Deus, porque não existe ninguém como Maria, concebida sem pecado. Imaculada desde a sua concepção. Remida por antecipação”, elucida.

“Como disse certa vez, Jesus. Se a árvore é boa, os frutos são bons. Nós não temos um conhecimento biográfico dos pais de Maria, de Ana e Joaquim. Mas pelo fruto que é Maria, fruto dessa árvore desse casal, nós podemos deduzir que eles também eram santos e a Igreja os venera como tal. Esse casal que simboliza o apreço que a Igreja tem pelo matrimônio”, salienta.

Dom Pedro também pregou respeito aos avós, aqueles que são os alicerces das famílias em nossa sociedade.

 

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