Diocese de Santo André

Catedral do Carmo comemora 57 anos da Dedicação da Igreja

Em dia de festa, o bispo Dom Pedro Carlos Cipollini celebrou em 23 de agosto (domingo) Santa Missa em comemoração aos 57 anos da dedicação da Catedral Nossa Senhora do Carmo, Igreja Mãe da Diocese de Santo André – a dedicação aconteceu em 22 de agosto de 1958. O pároco local, Pe. Vanderlei Nunes, e o secretário episcopal, Pe. Guilherme de Melo Sanches, concelebraram.

Dom Pedro recordou que a celebração faz lembrar que todos os fiéis da Diocese são “pedras vivas”. “A Igreja de pedra – bonita nossa Catedral – simboliza toda a Igreja de pedras vivas que somos nós, batizados, membros desta querida Diocese de Santo André”, destacou o bispo. “Os católicos desta Igreja formam um grande templo. Deus mora no coração de cada um, inspirando cada um para fazer o bem, dar testemunho, anunciar o Evangelho, dizer que Deus ama a todos, é o Pai de todos e que seu Filho está chegando”, completou.

Segundo Dom Pedro, precisamos confiar em Jesus. “Somos Igreja apostólica, devemos levar o Evangelho para seu trabalho, principalmente hoje, em momentos de dificuldades, não desanimemos. Jesus está conosco”, disse.

Pe. Vanderlei agradeceu à presença de Dom Pedro na Casa Mãe da Diocese. “Estamos bastante felizes com o nosso bispo, que veio abrilhantar esta data. Esta Igreja é a casa do bispo e, como ele disse, precisamos viver como pedras vivas da Igreja”, afirmou o pároco local.

Mensagem

Em sua homilia, Dom Pedro também falou sobre o poder da Eucaristia. “A Igreja celebra a Eucaristia de forma profunda porque é o próprio Jesus. Ele está unido a Igreja e alimenta a Igreja. Jesus alimenta cada de um nós, com seu corpo e seu sangue. Só quem ama profundamente pode fazer o que Jesus está fazendo. Tornar-se Ele mesmo alimento para nós. Um dos símbolos da Eucaristia é o pelicano, aquele animal que quando não tem comida ele pica o próprio peito tirando pedacinhos de carne para dar aos seus filhotes”, disse.

O bispo ainda frisou que Jesus ensina-nos o caminho do amor e a sair do egoísmo. “Os apóstolos percebem Jesus no caminho da libertação. Deus tira da escravidão e leva para a terra prometida, do amor, onde aprendemos a se relacionar uns com os outros. Devemos comungar (Cristo) e se abrir ao coração de Deus”.

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