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Diocese de Santo André

Em missa do dia de Natal, Dom Pedro propõe reflexão sobre a vinda de Jesus

Na celebração do nascimento do Menino Jesus, Dom Pedro Carlos Cipollini, o bispo diocesano, presidiu a Santa Missa na Catedral Nossa Senhora do Carmo em 25 de dezembro. A celebração foi marcada pela presença do vigário da catedral, Padre André, e do diácono transitório Willian Maia, juntamente com os fiéis, que celebraram a gratidão a Deus por enviar seu Filho, o Verbo feito Carne, para viver entre nós. 

Durante a homilia, Dom Pedro compartilhou reflexões sobre o significado da encarnação e do nascimento de Jesus, convidando os presentes a mergulhar nesses mistérios. Ele começou destacando a diferença entre a Missa da Noite de Natal, que celebra o nascimento físico de Jesus, e a Missa do Dia, que se concentra em sua natureza divina e missão.

O bispo enfatizou a vinda do Salvador, citando o profeta Isaías, e falou sobre a consolação trazida por Jesus ao povo de Deus: (leia a homilia na íntegra clicando aqui)

“O Natal nos consola, pois revela a ternura e humildade com que Deus vem até nós, mostrando seu amor infinito e salvando-nos. Jesus chega para ter compaixão e misericórdia, inaugurando com seu nascimento o reinado de Deus.”

Ele também destacou a carta aos Hebreus, que revela Jesus como o Filho de Deus, a expressão perfeita do Pai, nascido humilde e simples. O bispo concluiu  descrevendo Jesus como o Verbo de Deus, a luz verdadeira e eterna. Ele desafiou os fiéis a refletirem sobre como recebem Jesus em suas vidas, ressaltando a importância da fé, esperança e amor:

“Quem crê em Jesus, no Seu Nome, é regenerado por Deus, torna-se uma nova criatura – é o nosso batismo. Aqui, falamos de algo além da vida física; existe uma vida espiritual, a vida divina em nós, que dura por toda a eternidade. Unidos a Deus, nos tornamos o que verdadeiramente somos: imagem e semelhança de Deus.”

Ele finalizou sua homilia com um convite para que os fiéis acolhessem Jesus não apenas em seus corações, mas também em suas ações diárias. Com um tom inspirador, ele incentivou a todos a serem instrumentos de paz, fraternidade, perdão, justiça e caridade no mundo.

Fotos de João Faxini

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