Com o apoio da família, Marcelo Cavinato foi ordenado diácono permanente da Diocese de Santo André, pela imposição das mãos e a oração realizada pelo bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini, em missa solene ocorrida na manhã de sábado (31/08), na Paróquia São Pedro e São Paulo Apóstolos, na Vila São Pedro, em São Bernardo do Campo.

Cerca de 350 pessoas – grande parte delas vindas da caravana da Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Bairro Santa Maria, em Santo André), a igreja de origem de Marcelo – presenciaram o rito da ordenação diaconal, que contou com as presenças de vários padres, entre eles o diretor da Escola Diaconal, Pe. Pedro Teixeira de Jesus, diáconos permanentes e seminaristas diocesanos.

Em sua oração, Dom Pedro pediu a Deus que consagre o ordenando como diácono e que envie sobre ele os dons do Espírito Santo para que possa exercer com fidelidade o ministério de serviço, com amor sincero, caridade ao próximo, simplicidade de coração e atuação na igreja.

“É um momento de muita felicidade abraçar o ministério do diaconato permanente. É um ministério que a gente faz em família, vive em família. Expresso essa alegria grande de se pôr a serviço do Reino de Deus”, ressalta Marcelo, ao lado da mãe, esposa, filha e demais familiares que sempre o apoiaram nesta missão.

Após servir durante uma década nesta paróquia, o vice-diretor da Escola Diaconal, Wagner Innarelli, seguirá para novos desafios. Ele estará à disposição da Igreja Nossa Senhora de Guadalupe, no Jardim Riviera, em Santo André. Já Marcelo, que realizava estágio pastoral há um ano e meio no local, prosseguirá na paróquia da Vila São Pedro.

Marcelo Cavinato tem 48 anos. É metalúrgico. Casado com Clara há 19 anos, com quem tem a filha Júlia, 16 anos.

Missão do diácono

O bispo diocesano destacou a alegria de toda a Diocese de Santo André em receber mais um diácono e reforçou a necessidade dele ser um Sacramento da Igreja e do serviço de Jesus Cristo. “Olhando para o diácono, toda igreja deve aprender o caminho de Cristo Servo. O diácono é na Igreja um ícone, um testemunho de serviço”, sintetiza.

“Você (Marcelo) assumirá essa tarefa. Que Deus o ajude ser decidido no que fizer. Você tem o apoio dos seus familiares, da comunidade, dos padres, dos diáconos. Não seja um diácono pela metade. Oferte esse serviço a Deus por inteiro, de coração sincero. Deus nunca te abandonará”, complementa.

Paroquiano há três décadas, Nivaldo Pagan, 66 anos, diz que a comunidade já conhece o perfil do novo diácono.”O Marcelo já está bem entrosado aqui. Fala bem e conquista as pessoas”, enfatiza, ao dizer que o amigo Wagner deixa um legado imenso. “Muito competente no que faz e os fiéis que o receberem serão felizes”, crava.