Diocese de Santo André

Mês do Dízimo: gesto de generosidade em tempos de Covid-19

Junho é o Mês do Dízimo. Uma expressão de fé, comunhão, participação e ação evangelizadora. Nestes tempos de pandemia da Covid-19, esse compromisso se torna ainda mais relevante para os cristãos católicos.

Neste período de quarentena na Diocese de Santo André, o dizimo é como uma semente lançada em terra com generosidade e que na esperança não desaponta. Muito pelo contrário. Libera vida e frutos preciosos aos quais a comunidade irá se beneficiar, sempre.

“O dízimo é uma semente que lançamos no chão de nossas paróquias e que se transformarão em frutos preciosos, atingindo as quatro dimensões: eclesial, religiosa, missionária e caritativa, ou seja, as obras de manutenção e de evangelização da nossa igreja”, salienta o assessor diocesano da Pastoral do Dízimo, diácono Celso Luís Sais.

Dimensão caritativa

Durante o isolamento social, o diácono Celso afirma que a dimensão caritativa do dízimo é fundamental para os cristãos: “dar de beber a quem tem sede, dar de comer a quem tem fome e vestir o nu.”

“Se afirmamos que amamos a Deus, é preciso também que amemos com a mesma intensidade a sua Igreja. Vale lembrar que desde as primeiras comunidades cristãs, a colaboração dos cristãos entre si e suas comunidades, foi uma marca registrada de amor e de partilha”, ressalta.

Dimensão do amor

O diácono prossegue a reflexão recordando a mensagem de São João, em sua primeira carta, e da primeira encíclica do Papa Bento XVI ‘Deus Caritas Est‘, que tratam fundamentalmente do amor divino para com o ser humano.

“E é somente a partir da dimensão do amor que devemos entender o dízimo em nossa vida de cristão católico. É um valor que brota do coração em favor das obras de Deus, que é a Igreja. Se afirmamos que amamos a Deus, é preciso também que amemos com a mesma intensidade a sua Igreja”, explica Celso, que indica como meditação nesse mês do dízimo, a passagem de São Lucas (6,38). “Dai, e vos será dado. Será colocada em vosso regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante.”

“Que saibamos a importância que temos como batizados e tenhamos um coração aberto às necessidades da nossa Igreja”, finaliza.

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