Pular para o conteúdo principal

Diocese de Santo André

Solenidades, festas e memórias: você sabe as diferenças dessas celebrações da Igreja?

O Ano Litúrgico é a expressão do tempo na vivência e celebração da fé da Igreja. O ponto central é a celebração da Páscoa do Senhor, fonte da nossa fé, durante a qual damos graças à Deus pela vitória de seu Filho sobre o pecado e a morte e proclamamos essa vitória com a nossa vida e o nosso testemunho. Do Domingo de Páscoa derivam todas as outras celebrações, sobretudo o domingo, no qual celebramos a páscoa semanal.

Além disso, ao longo do Ano Litúrgico, temos algumas celebrações importantes, tanto aquelas que fazem parte do mistério da encarnação, vida, paixão, morte, ressurreição e glorificação do Senhor, quanto a ação desse mistério na vida da Virgem Maria, dos Apóstolos e dos Santos.

Nesse sentido, algumas celebrações são classificadas entre solenidades, festas e memórias.*

Solenidades
As solenidades são celebrações de grande importância. O início dessas celebrações dá-se no dia anterior, nas chamadas “vésperas”. Segundo o Diretório Diocesano de Liturgia, caso a solenidade caia no domingo, ela substituirá o domingo (cf. n.485). É o caso, por exemplo, da Solenidade da Imaculada Conceição de Maria, de Nossa Senhora Aparecida, da Transfiguração do Senhor e da Comemoração dos Fiéis Defuntos (embora esta não seja uma solenidade, mas uma comemoração).

Algumas delas são celebradas no próprio domingo: Assunção de Maria, São Pedro e São Paulo, Todos os Santos. Algumas solenidades são enriquecidas pela “Missa da Vigília”, como, por exemplo, o Domingo de Pentecostes. Páscoa e Natal, Ascensão do Senhor, Santíssima Trindade e Cristo Rei também são solenidades.

No caso da Diocese de Santo André, o dia 16 de julho, Dia de Nossa Senhora do Carmo, padroeira da Catedral, é elevado a solenidade; o dia 30 de novembro, Festa de Santo André Apóstolo, por se tratar do padroeiro da Diocese, celebra-se como festa.*

Festas

As festas são celebradas segundo o ritmo diário habitual, sem as primeiras vésperas. Elas não substituem o domingo, caso caiam nesse dia, exceto que alguma delas seja elevada ao grau de solenidade, como, por exemplo, se uma comunidade tem como padroeiro um Apóstolo, sua festa pode ser elevada a solenidade.*

Memórias
As memórias são divididas em obrigatórias e facultativas. São obrigatórias as memórias dos santos que representam importância universal para a Igreja. As memórias facultativas podem ser celebradas onde a devoção àquele santo é mais forte. Por exemplo: São Jorge, em 23 de abril, é uma memória facultativa. O Diretório Nacional de Liturgia prevê a classificação das memórias, sejam obrigatórias (Mem.) sejam facultativas (MFac.). As missas pelos fiéis defuntos são sempre tidas não como memória, mas como comemoração.

*Artigo por Pe. Guilherme Franco Octaviano (coordenador da Comissão Diocesana de Liturgia)

Compartilhe:

“Alargar a tenda do coração”: Presbíteros da Diocese de Santo André vivenciam retiro anual em Itaici

Homilia de Dom Pedro na missa do primeiro dia do Retiro dos Presbíteros 2026

“A misericórdia deve passar através de nós”: romaria reúne cerca de 3 mil diocesanos em Atibaia

HOMILIA | 24º Domingo do Tempo Comum

“Onde existe a caridade organizada, o Reino de Deus chegou”, afirma Dom Pedro nos 39 anos da Pastoral da Criança

Retiro diocesano do Movimento da Cultura da Divina Misericórdia convida fiéis a viver o perdão

“A Cruz é amor”: Dom Pedro reflete sobre o perdão durante Vésperas Solenes

Dom Pedro celebra a Natividade de Nossa Senhora em comunidade de Diadema

Grito dos Excluídos reforça compromisso com a vida e a Casa Comum