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Diocese de Santo André

Diocese recorda a vida e o carisma de São Sebastião

Após celebrar a missa com os ritos posse de Padre Francinaldo, em Santo André, o bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipollini se dirigiu até a cidade de Rio Grande da Serra, onde presidiu a celebração que recordou o dia de São Sebastião. Foi no sábado, (20/01), na Paróquia que leva o nome deste santo.

A comunidade local preparou várias manifestações para festejar a data. Além da principal, que foi a celebração da missa, também aconteceram encontros festivos no salão paroquial, e a imagem percorreu as principais ruas da cidade, como podemos ver nas imagens.

A seguir contamos a história deste querido santo: São Sebastião, considerado o Defensor da Igreja, grande apóstolo dos confessores e daqueles que eram presos.

O santo nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.

Ao entrar para o serviço no Império como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, já que os consolavam, quando eram presos, após perseguição a mando do Imperador Diocleciano.

São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida. O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça. São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus.

O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele. Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288 foi duramente martirizado.

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