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Diocese de Santo André

Frei Diogo Luís Fuitem: vida doada à Igreja e ao Povo de Deus

Na manhã desta terça-feira, 5 de agosto, o Santuário Senhor do Bonfim, em Santo André, acolheu a missa exequial de Padre Frei Diogo Luís Fuitem, OFMConv., falecido no último sábado, 3 de agosto. A celebração foi presidida pelo ministro provincial dos P dos Frades Menores Conventuais (OFM Conv.), Frei Hugo da Silva Santos, e contou com a presença de frades da Ordem, membros do clero diocesano e fiéis que vieram se despedir do sacerdote, cujo corpo foi velado no mesmo santuário onde, há 58 anos, recebeu a ordenação presbiteral.

A homilia foi conduzida por Frei Antônio Corniatti, que foi ordenado sacerdote junto com Frei Diogo, em 3 de setembro de 1967. Ao recordar o amigo e confrade, destacou: “O que caracterizava o Frei Diogo era a cordialidade. Sempre foi, no meio da fraternidade, um frade cordial e alegre.”

Ao falar do zelo pastoral, ressaltou sua preocupação em tornar a fé acessível: “Ele sempre buscou que o povo entendesse, fosse na fala ou na escrita. Tentava sintetizar na melhor maneira possível, para que todos compreendessem a beleza e nobreza do ser cristão, do seguimento de Jesus Cristo humanado.”

Inspirado no prefácio da Missa dos Defuntos, Frei Antônio afirmou: “Para os que creem em vós, Senhor, a vida não é tirada, mas transformada. Quando soube da morte de Frei Diogo, entendi que ele havia nascido para a verdadeira e real realidade.” E convidou à esperança: “Logo vamos perceber que ele está mais perto de nós de um jeito que não conseguia enquanto caminhava no meio de nós.”

Encerrando a homilia, Frei Antônio fez um apelo: “Em vez de ficarmos tristes, vamos nos animar para honrar Frei Diogo, servindo ao Senhor melhor do que ele. Este é o melhor modo de alegrá-lo agora, vivo na comunhão dos santos e intercessor de cada um de nós.”

Às 13h30, foi celebrada a Liturgia dos Fiéis Defuntos, presidida pelo bispo diocesano Dom Pedro Carlos Cipollini, que retornava de compromissos na Diocese de Registro. Logo após, o cortejo seguiu para o Cemitério Camilópolis, em Santo André, onde o corpo foi sepultado.

Entre lágrimas e cânticos, a comunidade despediu-se do homem de Deus que viveu seu sacerdócio com simplicidade, ardor missionário e profundo amor à Igreja.

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