A Diocese de Santo André esteve presente no 5º Congresso Vocacional do Brasil, realizado entre os dias 4 e 6 de setembro, no Centro de Eventos Padre Vitor Coelho de Almeida, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). Representaram a Igreja diocesana o assessor do Serviço de Animação Vocacional (SAV), Pe. Thiago Batista da Silva, um dos casais coordenadores diocesanos Eduardo e Rita, e o seminarista Rafael Lourenço Campachi Martins, que acompanha o trabalho do SAV.
Promovido pela Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB, com apoio da CRB Nacional, o Congresso reuniu cerca de 950 participantes de diferentes partes do país, entre bispos, padres, religiosos e religiosas, seminaristas e leigos envolvidos na animação vocacional.
Com o tema “Comunidades Vocacionais: encontro, testemunho e missão” e o lema “Perseverantes e bem unidos, partiam o pão pelas casas” (At 2,46), o encontro propôs uma reflexão sobre a necessidade de fortalecer uma cultura vocacional permanente nas comunidades.
Ao longo dos três dias, os participantes aprofundaram três eixos principais: a memória da caminhada vocacional no Brasil; o papel da fé, da catequese, da liturgia e das comunidades no despertar das vocações; e a comunicação com as juventudes, especialmente nos ambientes digitais.
Um dos principais chamados do Congresso foi superar uma animação vocacional baseada apenas em ações pontuais. A proposta apresentada foi favorecer processos contínuos de escuta, acompanhamento e discernimento, envolvendo toda a vida pastoral da Igreja.
O último painel voltou-se para a comunicação e as juventudes, refletindo sobre as novas linguagens e o ambiente digital como espaços de presença, diálogo e missão. A proposta é que a comunicação também ajude a criar vínculos e aproximar as novas gerações da vida comunitária.
A mensagem final retomou a imagem da Igreja como uma grande tenda que acolhe a todos, oferecendo espaço para escuta, acompanhamento e discernimento. Entre as frases que sintetizaram o encontro esteve: “Não há vocação sem Igreja, sem Papa, sem a comunidade, sem a missão.”



