No próximo dia 12 de outubro, Dom Pedro Carlos Cipollini, Bispo de Santo André, SP, celebra quinze anos da sua ordenação episcopal ocorrida na catedral metropolitana de Campinas.
Vanderlei de Lima – Santo André
Em breve entrevista ao Vatican News, Dom Pedro Carlos Cipollini ,o bispo que já foi, por dois mandatos consecutivos a partir de 2015, presidente da Comissão Pastoral Episcopal para a Doutrina da Fé da CNBB, é professor emérito da PUC-Campinas, escritor, e já teve a alegria de criar, em seu ministério, 14 paróquias e ordenar 36 sacerdotes, fala, de modo objetivo, destes quinze anos como sucessor dos apóstolos na Igreja do Brasil.
Para marcar a data, no dia 4 de outubro, memória de São Francisco de Assis, será celebrada, às 10 horas, uma Missa de ação de graças, na Paróquia São José, na Praça São José, 243 – Baeta Neves, São Bernardo do Campo – SP.
Quinze anos de episcopado é um tempo propício a render ação de graças. Daí a pergunta: Como é ser um bispo devotado a Deus na sua Igreja, em suas realizações e desafios?
Um bispo hoje, na Igreja, deve ser o homem da Palavra e da Oração mais que tudo. Pois somente Deus dá forças e luzes para exercer este ministério tão exigente na Igreja. E depois, ter coragem de tomar as medidas necessárias para evangelizar e governar a Igreja com o auxílio dos seus colaboradores, os sacerdotes.
Qual lembrança marcante o senhor guarda da sua primeira Diocese, Amparo?
Guardo lembrança sobretudo das visitas pastorais que realizei em todas as paróquias com grande alegria minha e do povo das comunidades, das quais participaram também os padres. Foi maravilhoso. E também a promulgação do Primeiro Plano de Pastoral Diocesano no Santuário do Bom Jesus em Monte Alegre do Sul.
Que análise o senhor faz destes dez anos à frente da Diocese de Santo André?
Estes dez anos em Santo André foram anos de muitas graças e bençãos, anos de muitos desafios em uma diocese com dois milhões e setecentos mil habitantes. Só tenho que agradecer a Deus, ao nosso Clero daqui que em tudo colabora e ao Povo de Deus que recebe muito bem meu ministério. Até aqui nos ajudou o Senhor.
Uma pergunta inevitável: Como planejar uma boa e produtiva emeritude no episcopado quando chegar o momento?
A emeritude chega e devemos nos preparar para ela. Tanto bispos como padres. O melhor sentimento é o do dever cumprido sem omissões, e depois o desapego. A palavra de ordem é o que disse São João Batista: “ É preciso que ele cresça e eu diminua…”
Uma breve mensagem aos diocesanos e amigos.
Muita fé e amor a Jesus Cristo, coragem e perseverança!
Fonte: Vaticanews
