Diocese de Santo André

Dom Pedro: “A família é um tijolinho na construção da sociedade”

Durante visita pastoral, bispo diocesano traçou um paralelo entre a importância da família nos tempos atuais e a perseverança do povo da Capela São Judas Tadeu

O Dia da Sagrada Família foi especial para famílias que receberam a visita pastoral do bispo da Diocese de Santo André, Dom Pedro Carlos Cipollini, que celebrou missa na manhã de domingo (29/12) para cerca de 50 pessoas, na acolhedora Capela São Judas Tadeu, no Sítio Cassaquera, que pertence à Paróquia São Geraldo Magella, na Região Pastoral Santo André – Leste.

É a segunda vez que o bispo esteve no local. A primeira aconteceu em 2016, durante o início do ciclo das visitas pastorais, e agora presidindo a celebração concelebrada pelo administrador paroquial da Paróquia São Geraldo Magella, Pe. Marcos Vinícius, e pelo secretário episcopal Pe. Camilo Gonçalves de Lima.

Tijolinho

“A família é um tijolinho na construção da sociedade”. A frase dita por Dom Pedro durante a homilia traça um paralelo entre a convivência das pessoas no dia a dia e a construção da comunidade, que expressa a perseverança dos fiéis para que hoje existisse um local para celebrações e orações.

“Nós precisamos de muita coisa para fazer pouco. Deus precisa de pouco para fazer muito. A comunidade é onde sempre a luz de Cristo brilha, não só porque Ele está no sacrário, mas porque vive no coração de vocês que tem fé Nele”, ressalta Dom Pedro.

Perseverança

Segundo relatos de pessoas que presenciaram a trajetória da capela, em meados do começo da década de 1990, a persistência foi fundamental para que o espaço exista nos tempos atuais.

“A primeira estrutura caiu com a chuva. Mas não desistimos e reconstruímos uma nova capela. É uma conquista para nós”, conta Maria Hermínia de Sousa, 67 anos, que relembra a primeira missa celebrada pelo pe. Alfredinho no local. “Pe. Mahon também contribuiu muito para nossa comunidade”, acrescenta, ao falar sobre os saudosos sacerdotes da Congregação dos Filhos da Caridade.

União

A ministra da Comunhão, Maria das Neves Santos, 67 anos, relembra que uma das maiores dificuldades também era o acesso ao local. “Foi muito difícil. Era praticamente uma trilha e não tinha um lugar para caminhar com mais segurança. Mas hoje observamos que a união de todos ajudou para que a capela fosse conservada e melhorasse as condições, ainda que sempre tenha algo a se fazer pelo povo” avalia.

Desde o início de 2016, todas as 106 paróquias já receberam a presença de Dom Pedro e mais de 70% das capelas e comunidades foram agraciadas com celebrações e diálogos do bispo com os fiéis.

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